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Mostrando postagens de Novembro, 2019

Radioatividade do Potássio metálico

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O objetivo deste ensaio e testar a radioatividade de uma amostra de 10 gramas de potássio metálico em pedaços.



Escrito e desenvolvido por Léo Corradini 

Neste blog, fizemos várias medições da radioatividade do cloreto de potássio que serviram de referência para muitos ensaios, agora chegou a hora de medir a radiação do metal puro!

Teoria do ensaio:


O estado de oxidação de um átomo radioativo não afeta a sua propriedade de emitir espontaneamente energia na forma de partículas e ondas.


Assim, tanto o potássio metálico quanto o cloreto de potássio, e todos os outros compostos de potássio, são radioativos.

O potássio é naturalmente composto por três isótopos, um deles é radioativo:

                Potássio-39 - 93,26 % - estável
                Potássio-40 - 0,0117 % - radioativo
                Potássio-41 - 6,73 % - estável

A meia vida do Potássio-40 é 1,26 bilhão de anos.

Um grama de Potássio produz 30,65 desintegrações por segundo.
Sendo 88,8 % emissão de partículas Beta resultando …

Radium Emanator

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O objetivo desta postagem é mostrar mais um antigo dispositivo que deixava a água radioativa com a finalidade terapêutica.

Escrito e desenvolvido por Léo Corradini

Houve um tempo em que a panaceia da moda era a radioatividade.

Este dispositivo incomum, com aproximadamente 10 polegadas de altura, foi fabricado pela Radium Life, Inc. de Los Angeles entre 1927 e 1929.

O Radium Emanator foi projetado para ser colocado durante a noite na água, para que um suprimento pronto de água radioativa estivesse disponível no dia seguinte para beber. 
Parece ter sido feito de cimento misturado com minério de urânio.

Minérios de urânio emitem radônio, um gás radioativo que vai tornar a água também radioativa.

Ele prometia deixar a água com 2500 unidades Maches.

Águas minerais costumam ter na fonte ~ 10 Maches, (1 Mache equivale a 13,5 Bq/L, ou seja, 13,5 desintegrações nucleares por segundo por litro).

Naqueles tempos, acreditava-se que a radioatividade fazia bem para a saúde.

Ainda estávamos vive…

Transistor AF116 e os Tin Whiskers

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O objetivo desta postagem é apresentar o fenômeno chamado Tin Whiskers.

Escrito e desenvolvido por Léo Corradini



Um dos meus primeiros projetos foi um receptor super-regenerativo para a faixa de 27MHz com o lendário transistor de germânio AF116 com um estágio amplificador de áudio com o transistor OC71.
Usava um fone de ouvido com um cristal piezoelétrico de sal de Rochelle (tartarato duplo de sódio e potássio).

Mas, o motivo desta pequena história são os relatos sobre um curioso fenômeno que ocorre nos transistores de germânio vintage da família AF e seus primos.

Recentemente achei alguns AF116 a venda no eBay, porém ao recebê-los e testá-los notei que existia um curto-circuito entre a carcaça (shield) e o terminal do emissor, algo em torno de 25 ohms.



E 69 ohms entre a carcaça e o coletor.



Com esses valores, imaginei que ele estava afetado pelos famosos e curiosos Tin Whiskers (bigodes de estanho).  

Com o tempo, a camada de estanho do interior do transistor produz filamentos …