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#177 - Radioatividade da Moringa de Argila #1

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O objetivo desta postagem é mostrar o ensaio para detectar radioatividade dentro de uma moringa de argila com capacidade para 2 litros. Escrito e desenvolvido por Léo Corradini Como demonstrado no primeiro ensaio (1) a argila apresenta uma pequena radioatividade. Neste ensaio, medi a radioatividade interna de uma moringa com 1380 gramas de argila cozida.  Desta vez, não foi necessário isolar a válvula SBM-20 porque ela ficou aproximadamente no centro da peça e a argila cozida é pouco condutora de eletricidade. Procedimento: Foram nove ensaios, sete da radiação de fundo e dois do interior da moringa. Os ensaios da radiação de fundo foram conduzidos com a válvula Geiger-Müller montada em pé dentro de uma garrafa PET para manter a válvula na mesma posição e reduzir a interferência pelo Radônio da atmosfera. Usei o contador Geiger para níveis baixos de radiação (2) . Ensaio da radiação de fundo: Ensaio da radiação da moringa: Resultados: Conclusões: Este ensaio, sem dúvida, foi muito inte

#176 - Radioatividade da Argila

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  O objetivo desta postagem é mostrar o teste de detecção de radioatividade da argila. Escrito e desenvolvido por Léo Corradini A argila contém pequenas quantidades de potássio, urânio e tório. Minha expectativa é detectar alguma radioatividade em uma amostra de argila com 1000g. O corpo de prova tem um furo com diâmetro um pouco maior que da válvula Geiger-Müller usada no teste (SBM-20) e isolado com uma folha de poliéster de 0,075mm de espessura. Isolei eletricamente a válvula da argila para evitar fuga da alta tensão (400V) de polarização. Procedimento: Foram cinco ensaios, três da radiação de fundo e dois da argila. Usei um pote de plástico para cobrir a válvula e a amostra de argila para diminuir a interferência do Radônio (1) . Usei o contador Geiger para níveis baixos de radiação (2) . Ensaio da radiação de fundo: Ensaio da radiação da argila: Resultados: Conclusões: Podemos perceber claramente que a argila é radioativa, o valor é baixo mas, significativo. Suspeito que a argila

#175 - Voltímetro para alta tensão

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O objetivo desta postagem é mostrar o projeto de um voltímetro analógico para alta tensão capaz de medir até 30kV de corrente continua. Escrito e desenvolvido por Léo Corradini A ideia inicial era fazer um divisor resistivo para alta tensão que pudesse ser ligado a qualquer multímetro digital. Mas, como eu não necessitava de grande resolução e precisão decidi projetar um aparelho autônomo com um medidor vintage. Assim, usei um pequeno galvanômetro para sinais de áudio que tem sensibilidade de 500µA e resistência de bobina igual a 600 ohms. Atenção: Este voltímetro presta-se exclusivamente para medidas de baixa potência em bancada. A escala: Este tipo de galvanômetro não prima pela linearidade, ajustei a escala injetando correntes conhecidas e anotando a posição do ponteiro. Desenhei a nova escala personalizada usando o programa "Meter.exe". Perceba como é grande a não linearidade desse galvanômetro. Mas, essa característica foi positiva porque a minha intenção é medir tensõe

#174 - Vitamina C na Nêspera

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  O objetivo desta postagem é quantificar a vitamina C na nêspera. Escrito e desenvolvido por Léo Corradini Teoria do ensaio: A propriedade redutora da Vitamina C permite quantificá-la de forma relativamente simples. Podemos titular a vitamina C usando a boa e velha iodimetria, ou seja, usando uma solução de iodo com a concentração conhecida.  A vitamina C (ácido Ascórbico) reage com o iodo produzindo ácido dehidroascórbico e íons iodeto incolores. Sabemos que um íon de vitamina C (ácido ascórbico) reduz dois átomos de iodo, transformando-os em íons iodeto incolores. Assim, 1 mol de ácido ascórbico reage com 2 mols de átomos de Iodo e produz 2 mols de íons iodeto e 1 mol de íons de ácido dehidroascórbico. Temos então que 176,13 gramas de ácido ascórbico reagem com 253,8 gramas de iodo. Padrão de iodo: Fazer uma solução usando 25 mg de cristais de iodo e 1 g de iodeto de potássio dissolvidos em água destilada suficiente para 25 mL. Dissolver primeiro o iodeto em 10

#173 - Radioatividade do Leite em pó integral

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O objetivo desta postagem é mostrar o ensaio para detectar radioatividade no leite em pó integral. Escrito e desenvolvido por Léo Corradini  Neste ensaio, envolvi a válvula Geiger com o leite em pó. Dessa forma, praticamente toda a área da válvula foi exposta à eventual radiação emitida pela massa do leite. Essa técnica aumenta muito a sensibilidade do ensaio, mas exige que a válvula esteja fora do aparelho. Essa é a vantagem de projetarmos o nosso próprio contador Geiger, temos total controle sobre o seu hardware. Outro ponto importante é a forma como a radiação foi quantificada. Geralmente, os contadores comuns mostram o valor instantâneo da radiação percebida pela válvula. Assim, o valor é mostrado analogicamente, com um galvanômetro, ou digitalmente em um display usando unidades como; µSv/h, CPM e a antiga mR/h. Alguns aparelhos também mostram um gráfico com os valores sendo atualizados de tempos em tempos. Essas formas de medidas são boas quando se necessita de resultados imediato

#172 - Coesor de Branly

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  O objetivo desta postagem é mostrar como construir um detector de RF com tecnologia vintage conhecido como Coesor de Branly. Escrito e desenvolvido por Léo Corradini O coesor Brandy foi um dos primeiros detectores de RF inventados no começo do século 20. A sua resistência elétrica diminui muito quando ele detecta um pulso eletromagnético.  Ele era ligado a uma antena, geralmente um dipolo, para comunicações a longa distância. Sua principal desvantagem é a necessidade de uma pequena pancada para desligá-lo e deixá-lo pronto para um novo pulso eletromagnético. Basicamente ele é composto por dois eletrodos montados em um tubo isolante com limalha de algum metal entre eles. No primeiro ensaio, usei limalha de alumínio, mas também funcionou com quadradinhos de papel de alumínio com aproximadamente um milímetro de lado. A distância em os eletrodos foi de 3 mm. Partes do primeiro protótipo Para testar o primeiro protótipo usei um multímetro analógico na escala de x10k ohm. Como fonte de pul

#171 - Prateação por contato

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O objetivo desta postagem é mostrar um método para pratear o cobre de circuitos impressos sem o auxilio de corrente elétrica. Escrito e desenvolvido por Léo Corradini   Este método permite pratear a superfície do cobre de placas de circuito impressos com as trilhas já definidas. Procedimento: Dissolver cinco gramas de ferrocianeto de potássio (K4[Fe(CN)6].3H2O) em 50 mL de água destilada. Colocar um pedaço de prata pura dentro dessa solução e deixar no sol por alguns dias, agitar de tempos em tempos.   As equações das reações são iguais às desta postagem (1) porém substituindo o ouro (Au) por prata (Ag). Filtrar a solução para retirar o hidróxido de ferro formado. Agora, é só mergulhar a placa na solução e agitar. É muito importante dar um bom acabamento no cobre antes de pratear. Polir com lã fina de aço embebida com detergente neutro, depois enxaguar e secar com um pano de algodão limpo. O polimento é importante porque a camada de prata é produzida na troca átomo a átomo do cobre da