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Carregador LiitoKala - Lii-500

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Fazendo testes com um interessante carregador/testador de baterias.




Com esse carregador podemos não só carregar, mas determinar a capacidade de armazenamento (mAh), na carga ou na descarga, de pilhas Li-íon e Ni-MH de vários tamanhos.
O aparelho reconhece automaticamente o tipo de pilha e inicia a carga.

As quatro baias funcionam de forma totalmente independentes e podem carregar e testar uma mescla de vários tipos de baterias recarregáveis.
Depois do ciclo de teste, ele indica a capacidade de carga em mAh também mostra a tensão e a resistência interna em miliohms (mR).

Quando não está ligado na rede elétrica, transforma-se num power bank.

O modelo é Liitokala - Lii-500 e pode ser encontrado no mercado livre.

Faltou uma proteção para excesso de temperatura, algumas pilhas Li-íon defeituosas podem aquecer em demasia quando próximas da carga máxima. 

Manual em inglês:

http://autodocbox.com/Electric_Vehicle/66543719-Liitokala-lii-500-instruction-manual.html#download_tab_content

Radioatividade do metal Índio

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O objetivo deste ensaio é detectar radioatividade no metal índio retirado de um antigo transistor de germânio. 




Teoria do ensaio:

Os antigos transistores de germânio tipo PNP são constituídos por uma lâmina de germânio com duas inserções do metal índio.



Retirei a maior quantidade possível desse metal de um transistor vintage AD149, um modelo muito usado na época em que o germânio dominava.



Esse metal é muito macio, assim foi possível retirar os pedaços com um estilete.



Fundi os pedaços em um tubo de ensaio com um pouco de ácido abiético (breu) e obtive uma pequena esfera com 27,9 mg de índio, o baixo ponto de fusão (156,6°C) facilitou a tarefa.




Amassei a esfera até formar uma pequena moeda com 4 mm de diâmetro.



O metal índio é composto por dois isótopos:

- Índio-113 - 4,28% - estável

- Índio-115 - 95,72% - radioativo, emite radiação Beta com meia-vida de 4,41 × 10^14 anos transformando-se em Estanho-115 estável.

Um mol de índio ou 6,022 x 10^23 átomos de índio pesa 114,82 gramas.

Radioatividade na tela do Smartphone

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O objetivo deste ensaio é detectar radioatividade na tela do smartphone desligado. 




Teoria do ensaio:

O touchscreen tipo capacitivo do smartphone usa um material condutor e transparente composto por óxido de índio doparo com estanho.

O metal índio é composto por dois isótopos:

- Índio-113 - 4,28% - estável

- Índio-115 - 95,72% - radioativo, emite radiação Beta com meia-vida de 4,41 × 10^14 anos transformando-se em Estanho-115 estável.

Ensaios:

Foram feitos quatro ensaios, sendo dois da radiação de fundo (1), e dois da tela de um smartphone.

As medidas da radioatividade foram feitas usando um contador Geiger (2) com um totalizador de pulsos que permite medir valores baixos de radioatividade, fazendo medidas de longa duração (1440 minutos).

- Primeira amostragem, tela do smartphone.




A duração do ensaio foi de 1440 minutos e resultou a contagem de 30368 pulsos, portanto 21,09 CPM (Contagens Por Minuto). 

- Segunda amostragem, radiação de fundo.




A duração do ensaio foi de 1440 minutos e…

hp 25

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Em 1976 a minha régua de cálculo enfrentou uma rival muito poderosa.

Nesse ano, comprei a mais bela calculadora científica de todos os tempos, a hp25.




Que além de estado da arte era programável, em outras palavras, um dos primeiros computadores pessoais portáteis!

Ter um computador portátil era algo fantástico para a época, principalmente para quem usava uma régua de cálculo.

Programar com um espaço de 49 linhas parece muito limitado para os dias de hoje mas em 1976 era mais que suficiente.

Um algoritmo muito útil é a Regressão Linear, que atualmente está presente diretamente no teclado da maioria das calculadoras, necessitava de 44 linhas da memória de programa.




A figura mostra o arranjo das memórias de dados e de programas da hp25.

Na minha opinião, um salto enorme em relação ao design da primeira calculadora hp lançada em 1972.




Algum tempo depois vi essa propaganda na revista Electronics e acabei traindo a minha hp25.




Apesar de ser poderosíssima e alfanumérica, deixava a desej…

Liga eutética de Estanho e Zinco

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A diretiva européia RoHS (1) proíbe o uso, entre outras substâncias, do Chumbo que é muito usado nas ligas das soldas para aplicação em eletrônica.




Assim, surgiram as chamadas ligas para solda Lead-free ou solda sem o Chumbo na composição.
Mas, no geral as ligas comerciais dessa classe tem o ponto de fusão relativamente alto causando stress maior nos componentes eletrônicos na hora da solda.

Algumas ligas eutéticas Lead-free e seus pontos de fusão:

Sn 99,3% Cu 0,7% -> 227°C (mais usada)
Sn 96,5% Ag 3,5% -> 221°C
Sn 93,6% Ag 4,7% Cu 1,7% -> 217°C

Não sou fã desse tipo de solda, além do ponto de fusão alto, elas são difíceis de trabalhar e produzem acabamento de má qualidade, pouco brilho. 
O Chumbo na liga faz toda a diferença, dá um excelente acabamento, além de facilitar o pegamento nas partes a serem soldadas.

A liga eutética de Estanho e Chumbo tem respectivamente 63% e 37% e ponto de fusão igual a 183°C.
Liga eutética é a combinação de dois o mais metais que tem o men…

Multímetro Analógico Italiano

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Na década de 1970 os multímetros analógicos ainda eram muito usados nas medições de gradezas elétricas.

Os modelos americanos Simpson e os japoneses Sanwa eram os mais conceituados em nosso mercado.

Porém existia uma linha de aparelhos italianos fabricados em Milão marca ICE (Industria Costruzioni Elettromeccaniche) que revolucionaram o conceito de multímetros analógicos.




Eu conhecia os multímetros dessa marca pelas revistas de eletrônica da época, mas quando fiquei cara a cara com eles, foi amor a primeira vista.




Foi o Leonardo Bellonzi, proprietário da Filcres (1), que trouxe esses multímetros para o nosso país.
Ele também traduziu a revista italiana "Nuova Elettronica" e lançou a lendária revista Nova Eletrônica no Brasil. 

São aparelhos muito bonitos, com a característica marcante de não usar a chave rotativa para a mudança das escalas, isso certamente aumentou muito a vida útil deles.
Sem a chave, o galvanômetro domina o frontal do aparelho.

Além das escalas norm…

Radioatividade da Camisa de Lampião

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O objetivo deste primeiro ensaio e verificar se a camisa de lampião, encontrada no comércio, é radioativa.




A camisa de lampião é um dispositivo para a geração de luz branca brilhante quando aquecida por uma chama. 




Antigamente era comum encontrar essa peça aditivada com óxido de tório além de óxidos de terras raras.

Usei o detector para baixos níveis de radioatividade.



Procedimento:

Enrolei duas camisas de lampião sobre a válvula Geiger para aumentar a sensibilidade do ensaio.




- Camisa de lampião

Resultou 27095 contagens em 1440 minutos -> 18,82 CPM 




- Radiação de fundo

Resultou 27959 contagens em 1440 minutos -> 21,33 CPM

Conclusão:

Não foi observado radioatividade extra na camisa.

Neste ensaio, também ocorreu o que eu costumo chamar de efeito blindagem.

O efeito blindagem ocontece quando colocamos um material muito pouco radioativo sobre ou próximo da válvula Geiger. 
Os valores medidos tendem para números mais baixos que os da radiação de fundo.

Veja também:

Contador Geiger-Mü…